Sul América é condenada a fornecer Pembrolizumabe - Keytruda

Sul América é condenada a fornecer Pembrolizumabe - Keytruda

Sul América é condenada a fornecer Pembrolizumabe - Keytruda

 

Como já dito anteriormente em dezenas de artigos deste site todos os planos de saúde devem fornecer o medicamento Pembrolizumabe - Keytruda quando houver indicação do médico que acompanha o paciente,

 

Somente ao médico que acompanha o caso é dado estabelecer qual o tratamento adequado para alcançar a cura ou amenizar os efeitos da enfermidade que acometeu o paciente.

 

O plano de saúde não está habilitado, tampouco autorizada a limitar as alternativas possíveis para o restabelecimento da saúde do segurado, sob pena de colocar em risco a vida do consumidor.

 

Bem por isto que o advogado Elton Fernandes, renomado advogado especialista na área da saúde e também professor de Direito, afirma que é muito comum os planos de saúde se recusarem a custear o medicamento Pembrolizumabe - Keytruda, tendo como base alegações como o fato de o medicamento não constar no rol da ANS ou o paciente não preencher as Diretrizes para a receber o medicamento, ou mesmo uma suposta ausência de cobertura contratual.

 

Contudo, nada disso se justifica. Segundo o advogado Elton Fernandes o medicamento deve ser custeado sempre que houver prescrição médica, pouco importando se o paciente não atende o rol da ANS.

 

Nesse sentido, acompanhe mais uma decisão em que a paciente, garantiu através da Justiça o direito ao medicamento Pembrolizumabe - Keytruda:

 

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Diante do exposto, JULGO PROCEDENTE o pedido formulado na inicial, com fundamento no artigo 487, inciso I do Código de Processo Civil, para o fim de determinar à ré que efetue o integral pagamento da conta hospitalar decorrente da internação e tratamento da autora junto ao HOSPITAL ALBERT EINSTEIN, conforme faturas a fls. 71/85, bem como para que autorize/forneça/custeie o tratamento da doença que acometeu a autora, mediante o medicamento Pembrolizumabe - Keytruda, nas dosagens prescritas pelo médico que a assiste.

 

Ocorre que, o argumento das operadoras de saúde não é suficiente para as negativas emitidas isso porque o rol da ANS não consegue acompanhar a evolução médica, bem como não se trata de um Rol taxativo e sim exeplificativo.

 

O plano de saúde deve cobrir todas as patologias listadas no CID-10, e não pode determinar de forma alguma o tipo de tratamento para a respectiva cura, assim, se a patologia está coberta, inviável impedir o tratamento específico a doença, indicada pelo médico que acompanha o paciente.

 

E ainda, muitas vezes o plano de saúde não cobre as despesas e deixa o hospital sem receber os valores que são devidos, levando à cobrança de conta hospitalar junto ao paciente que se vê sem saída, inclusive sofrendo ação judicial do hospital para pagar tais despesas. Contudo, essa prática é ilegal e abusiva!

 

Veja também: Unimed deve fornecer remédio Ibrance Palbociclibe a paciente com câncer de mama

 

A pessoa que entrar na Justiça pode requerer uma tutela de urgência, obtendo da justiça uma decisão provisória, o que costuma acontecer com muita celeridade, normalmente em até 48 horas.

 

Com sede na Avenida Paulista, 575 - Cj. 203, na cidade de São Paulo, o escritório Elton Fernandes Sociedade de Advogados possui uma vasta rede de advogados em quase todo Brasil que pode ajudar a garantir seu direito.

 

Ficou com dúvidas? Ligue e agende sua consulta com nossos advogados no telefone 11 – 3141-0440 ou pelo whatsapp 11 – 97751-4087.

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